domingo, 29 de março de 2020

1° C  /  D  INTEGRAL
NÚCLEO DE TRABALHO DE PESQUISAS E PRÁTICAS SOCIAIS - NTPPS
#FAMÍLIA

HOJE NESSE MOMENTO DE CONFINAMENTO FOI NECESSÁRIO TUDO PARAR. E CHEGOU A HORA DE ANALISAR TUDO O QUE ESTÁ OCORRENDO COM O  MUNDO E VER OS FATOS. 
COMO UM VÍRUS TÃO PEQUENO E INVISÍVEL, PAROU O MUNDO?
E TIVEMOS QUE FICAR EM CASA COM NOSSAS FAMÍLIAS OU  MUITAS VEZES LONGE DE QUEM AMAMOS. E COM TUDO ISSO VEJA O QUE NÓS PRECISAMOS MUDAR.
                                              PROF(A):Kátia Silva


AULA 12- FAMÍLIA 


ATIVIDADE DO NÚCLEO – NTPPS
ABRA O  LINK ABAIXO



 ESCREVA “FAMÍLIA É”?
2. REPRESENTAR ESSAS FAMÍLIAS EM FORMA DE DESENHO  QUEM SÃO AS PESSOAS COM QUEM EU POSSO CONTAR?



AULA 13




3. O QUE VOCÊ RESSALTARIA AO PENSAR EM FAMÍLIA?
4.LER OS 2 TEXTOS:

4.1 .A FAMÍLIA[1]Trechos do poema de Noélio Duarte

 

4.2 . “FAMÍLIA É PRATO DIFÍCIL DE

Francisco Azevedo (do livro O Arroz de Palma)

COM QUAL  TEXTOS VOCÊS MAS SE IDENTIFICARAM?

ELES SÃO DIFERENTES  OU AS MENSAGENS SE PARECEM?

O QUE ISSO NOS DIZ SOBRE FAMÍLIA?

 

COMO ESTA A  MINHA RELAÇÃO COM A FAMÍLIA?????


Música: Dudu Nobre - A Grande Família


"FAMÍLIA É PRATO DIFÍCIL DE PREPARAR" [1]
Francisco Azevedo (do livro O Arroz de Palma)


Família é prato difícil de preparar: são muitos os ingredientes.
Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.
E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar, tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.
Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini; Família à Belle Meunière; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é “à Moda da Casa”. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.
Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.
Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer.
Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo. Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.

A FAMÍLIA[1]
Trechos do poema de Noélio Duarte

Família.
Família...
Todos temos,
Dela viemos.
Nela nascemos...
Então crescemos.

Para uns,
a família é só o pai,
para outros, só a mãe,
muitos só têm o avô...
Mas é família:
sinônimo de calor!

Tem família
que é completa,
repleta,
discreta,
seleta,
aberta...
Outra,
é engraçada,
atiçada,
afinada,
engrenada,
esforçada,
empenhada.

Mas tem família
complicada,
indelicada,
desajustada,
desacertada,
debilitada...
Família...

Família é assim:
lá não temos capa
- nada nos escapa!
Máscaras, como usar?

Família...
Família é lugar
onde convivem os diferentes:
um é risonho, outro tristonho;
um é exibido, outro inibido;
um é calado, outro exagerado;
um é cabeludo, outro testudo;
um é penteado, outro descabelado...

Família...
Família é assim:
nunca é possível contentar,
pois onde há diferenças,
haverá desavenças.
como a todos agradar?
LEMBRANDO FAÇA TUDO NO CADERNO PRECISAMOS DESSE MATERIAL NO RETORNO.











[1] Versão completa disponível em:http://pensador.uol.com.br/frase/MjA5NTA0/. Acesso em 31.10.17


quinta-feira, 3 de outubro de 2019



TD DE REVISÃO 1° A/B/C/D 3° BIMESTRE


1.O que é uma família monogâmica?

2.Explique o que é socialização ?

3. O que é Exogâmia?

4.Dê o significado da palavra Famulus .

5. Como é constituída uma família patriarcal?

6.O que Instituição Social?

7. Qual a diferença entre grupo Social e Instituição Social?

8. Quais os principais tipos de Instituição?

9.O que é Família?

10.Descreva sobre as funções da família.

11.Quais os tipos de modalidades das famílias atuais?

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

A RELIGIÃO E O MUNDO 2° A/B/C - SOCIOLOGIA
Os conflitos gerados por pretextos religiosos são grandes problemas da nossa sociedade. Não é exclusividade dos dias atuais as guerras em nome da religião. Desde as civilizações mais antigas, esses conflitos têm causado inúmeras mortes e dividido os povos ao redor do mundo. Com o aumento das tensões políticas e das crises econômicas mundiais, os conflitos religiosos ficaram ainda mais efervescentes, ameaçando inclusive a sobrevivência da humanidade.
A complexidade desses conflitos é enorme. Os motivos que levam às guerras não são apenas a intolerância religiosa, mas questões culturais, políticas, raciais e financeiras. Nesse emaranhado, fica difícil de entender de fato o que acontece nesses conflitos e quais os impactos que eles causam.
Depois da II Guerra Mundial, a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que colocava em pauta o “respeito universal e observância dos direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, língua ou religião”. O ideal foi reforçado em 1999, ano em que líderes budistas, protestantes, católicos, cristãos ortodoxos, judeus, muçulmanos e de várias outras religiões se reuniram para assinar o Apelo Espiritual de Genebra. O documento pedia aos líderes políticos e religiosos algo simples: a garantia de que a religião não fosse mais usada para justificar a violência.Passados muitos anos e outras muitas tentativas de garantir a liberdade religiosa, grande parte dos conflitos que hoje acontecem no mundo ainda envolve crenças e doutrinas, que se misturam a uma complexa rede de fatores políticos, econômicos, raciais e étnicos. De “A a T”, conheça sete conflitos atuais que têm, entre suas motivações, a intolerância religiosa:
Principais conflitos religiosos mundiais

Afeganistão





Há centenas de anos que o território do Afeganistão sofre com guerras por motivações religiosas. Atualmente, o conflito maior é entre o Regime do Talibã, formado por fundamentalistas muçulmanos, e a Aliança do Norte, formado por pessoas que querem combater muçulmanos radicais.

Nigéria

O continente africano é marcado por uma diversificação cultural ampla. São vários povos com tradições e religiões específicas. Isso faz com que o território nigeriano seja alvo constante de disputas entre esses diversos povos, que recebem apoio e incentivo de empresas de armamento que querem lucrar com os conflitos. As principais disputas se dão entre os cristãos do país e os seguidores do Islamismo.

Iraque


Mesmo após a retirada das tropas americanas do solo iraquiano, os conflitos internos do país não cessaram. As organizações se dividem entre xiitas e sunitas, que são seitas distintas dentro do Islamismo. Os conflitos armados das milícias do país matam centenas de pessoas anualmente.

Israel – Palestina



O conflito religioso mais emblemático do mundo acontece entre Israel e Palestina. A guerra é fruto da disputa pela Terra Prometida, onde hoje é Jerusalém. Nenhum dos dois Estados abre mão de ter o controle sobre o território. Acontece que a guerra, além de religiosa, movimenta muito dinheiro e está estritamente relacionada a interesses geopolíticos de nações do mundo todo.

Sudão



A tensão entre muçulmanos e não-muçulmanos no Sudão já se prolonga em uma Guerra Civil de mais de 50 anos. Essa é uma das piores crises humanitárias do mundo, que já levou milhares de pessoas ao óbito.
Tailândia
Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
Um movimento separatista provoca constantes e violentos ataques no sul da Tailândia e criou uma atmosfera de suspeita e tensão entre muçulmanos e budistas. Apesar dos conflitos atingirem os dois grupos, eles representam parcelas bastante desiguais do país: segundo dados do governo tailandês, quase 90% da população do país é budista e cerca de 10% muçulmana.
7. Tibete
Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
A regulação governamental aos monastérios budistas teve início quando o Partido Comunista da China marchou rumo ao Tibete, assumindo o controle do território e anexando-o como província, em 1950. Mais de meio século se passou desde a violenta invasão, que matou milhares de tibetanos e causou a destruição de quase seis mil templos, mas a perseguição religiosa permanece. Um protesto pacífico iniciado por monges em 2008 deu início a uma série de protestos no território considerado região autônoma da República Popular da China.

Gerações que não conhecem a vida sem guerra

Por mais que as consequências das guerras e dos conflitos possam parecer claras, é difícil conseguir vislumbrar de fato o impacto dessas questões na vida dos moradores desses territórios.
É difícil para nós brasileiros entender o que é crescer em um ambiente de guerra e não conhecer outra possibilidade. Ou seja, não conhecer a paz. Os conflitos armados na Síria, no Afeganistão e entre Israel/Palestina já duram anos e existem gerações que não conhecem uma realidade para além da guerra.
Imagine agora a consequência disso na vida dessas gerações. A vida é muito efêmera, pode acabar a qualquer momento devido a um ataque, mesmo que você não seja parte ativa de nenhuma das partes do conflito. Esse ambiente cria um estado de tensão e ansiedade constante, sem falar na tristeza e na desesperança.
Além disso, essas são gerações que estão lidando com perdas frequentemente. São incontáveis vidas perdidas diariamente. Famílias destruídas e amizades interrompidas são realidades, infelizmente, comuns.

Aumento da intolerância

As consequências dos conflitos não são só mortes e perdas, mas também o aumento da intolerância, do preconceito e da violência simbólica.
Em um primeiro momento, a intolerância se instala no âmbito dessas guerras. Isso quer dizer que a guerra divide os povos de um território, cria rupturas e rivalidades. Os adversários se atacam física e simbolicamente, julgando e tentando destruir a tradição e a crença do outro. É como se uma pessoa não pudesse viver com uma religião enquanto outra vivesse com uma crença distinta.
A situação se agrava porque essa intolerância se espalha em nível global e pessoas de outros lugares que não têm, a princípio, nada a ver com o conflito compram a briga. O exemplo claro é a intolerância dos países europeus aos muçulmanos e demais povos árabes. O mesmo acontece nos Estados Unidos em relação a esses povos.
E o Brasil não fica imune. Embora não sejam geradas grandes guerras, a intolerância aparece, principalmente, quando o assunto é religiões de matriz africana. O preconceito em relação aos seus praticantes culmina em violências físicas e simbólicas.
Acontece que são criados vários estereótipos sobre as religiões que aumentam essa intolerância. É a partir daí que nascem o imaginário de que todo árabe é terrorista, que todo palestino é um homem-bomba ou que Candomblé é coisa do demônio. Esses preconceitos só aceleram e contribuem para o fortalecimento das violências entre os povos, principalmente em épocas de crises políticas e partidárias.

Conflitos são realmente gerados pela religião?

Por mais que a religião seja um dos motivos geradores dos conflitos, as guerras começam e se mantém devido a outros fatores bem mais complicados.
O território asiático, principalmente o Oriente Médio, é rico em petróleo. Não é interessante que inúmeros conflitos dessa região se prolonguem por anos e que sejam fomentados e abastecidos por governos e empresas do mundo todo? Existem vários interesses, principalmente econômicos por trás dessas guerras. O petróleo é um deles.
Outro ponto importante: a indústria bélica, ou seja, as empresas que fabricam armamentos, é a que mais sai ganhando nessas histórias. Ao fornecer armas para diferentes organizações e milícias, essas empresas acabam financiando e incentivando os conflitos.
As diferenças culturais, raciais e étnicas também influenciam muito no desenrolar desses conflitos. A dificuldade de conviver e de respeitar os costumes e tradições de outros povos acaba endossando o movimento de intolerância religiosa.
Assim, o que fica claro é que esses conflitos fazem parte de um jogo geopolítico que envolve interesses políticos e econômicos mundiais, assim como uma dificuldade humana muito grande em tolerar e respeitar as diferenças.
É importante lembrar que a maioria das religiões estão assentadas em dogmas e preceitos que prezam pelo aprimoramento de cada um e de toda a sociedade. A fé deveria, portanto, ser utilizada como forma de desenvolvimento harmônico da humanidade e não como pretexto de acabar com o outro.
O problema é que, enquanto em um nível individual, a gente não conseguir conviver com respeito, sempre haverá organizações e instituições prontas para incentivar o conflito religioso. Movidos por grandes interesses, governos e empresas acabam endossando nossa intolerância em relação às crenças das outras pessoas, o que gera grandes e intermináveis guerras. E o que está em jogo nisso tudo é a nossa sobrevivência enquanto humanidade.
1.Explique porque são gerados os conflitos religiosos.
2.Quais são as complexidade desses conflito?
3.Descreva como e onde ocorre os principais conflitos religiosos.
4.Dê o significado da palavra  efêmera.
5,Explique como os gerações não vivem sem guerras.
6.Como ocorreu o aumento da intolerância religiosa?
7. Quando ocorreu a aceleração do preconceito religioso?
8.Conflitos são realmente gerados pela religião?Explique.
9.Qual é o território asiático rico em petróleo?
10.Quais as diferenças que ocorrem para desenrolar os conflitos?
11.Explique como a religião estão assetadas na humanidade. 
12. Que fatos ocorreram apos a Segunda Guerra Mundial?

 AVALIAÇÃO DE EMPREENDEDORISMO 2° B Noite - 1° Bim. -2026 Clique Aqui para acessa a suua prova: https://forms.gle/4xDEnqxpZK2Nbqrj9 Uma Exce...